Desde tempos antigos, o sistema impera,
Absolutistas, democratas, todos na mesma esfera.
Famílias no controle, poder acumulado,
Enquanto o povo, silenciado, permanece aprisionado.
Políticos centralizam, decisões em suas mãos,
Democracia ilusória, o povo pouco tem a voz.
Quando será que o povo governará de fato?
E não será mero espectador, submisso ao ato?
Um regime verdadeiro, justo e igualitário,
Onde o povo é soberano, o governo é seu secretário.
Eleições distritais, câmaras ecoando a vontade,
Nascendo da própria base, sem falsa liberdade.
Deputados eleitos por distritos, compromisso real,
E o chefe de estado, também, eleito pelo ideal.
STF e tribunais, mas os deputados, escravos do povo,
Com recall, substituindo quem se desvia do seu novo.
Assim, o escravismo do povo ao sistema se desfaz,
Quando o poder é distribuído, e a esperança renasce.
Que o eco das câmaras seja a voz da liberdade,
E o povo, enfim, governe com justiça e igualdade.
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