Na manhã deste dia, em quietude me pus a pensar,
Sobre o tempo e o espaço, onde o homem veio a caminhar.
Vagou minha mente por eras tão distantes,
Onde a natureza humana, em ciclos constantes,
Por poder, por ouro, age qual fera,
Esquecendo a essência, a verdadeira esfera.
Mesmo entre irmãos, o sangue se esquece,
Quando a cobiça pelo trono arrefece.
A luta pelo poder, eterna e voraz,
Leva a danos profundos, a paz que não satisfaz.
O homem, em seu trono de areia e vento,
Age como fera, perdendo o sentimento.
Racional e inteligência, ferramentas sem moral,
Quando usadas para o mal, tornam-se um arsenal.
Que nesta manhã de reflexão, possamos aprender,
A usar nossa humanidade, para o bem florescer.
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