ESCRITA EM 2007
Na canseira do dia a dia, um grito se levanta,
Libertino ou liberado, o povo já não canta,
Como esperar pureza em jogo de cartas marcadas?
Candidato a deputado, nas eleições golpeadas.
Acertou com todo mundo, mas falhou, na verdade,
Quem disse que existem leis? Na prática, só vaidade.
Só quando o clamor popular se ergue com fervor,
A justiça se faz presente, enfrentando a dor.
Talvez, e muito talvez, a elite olhe para baixo,
E veja que a justiça não é só para os de paletó e fraque.
Que o grito do povo não é vão, nem sem razão,
Que a justiça seja feita, sem distinção de posição.
Nenhum comentário:
Postar um comentário