Desde eras ancestrais, um fardo pesa,
O jugo do Estado, a alma opressa.
Do Império Romano à terra Otomana,
A tirania impera, soberana.
No solo Americano, promessas falhadas,
Um sistema imperfeito, manchado de chagas.
No Brasil, a justiça, em constante aflição,
Executivo e Legislativo, em união.
Desde o Império, um poder enraizado,
Pouco mudou, o povo subjugado.
O sistema distrital, com recall em mente,
Um passo à justiça, mas ainda indigente.
Limitar reeleições, um sopro de esperança,
Duas para o parlamento, para o Presidente, apenas uma.
Um basta à tirania, um novo amanhecer,
Onde o poder do povo possa florescer.
Mas a luta é árdua, a batalha constante,
Contra a sombra da tirania, persistente.
Com força e união, ergueremos a voz,
Por um futuro livre, sem opressão e sem dó.
Pois a liberdade é um direito inato,
Um fogo sagrado, puro e imaculado.
Queimando as correntes, quebrando as algemas,
Construiremos um mundo sem tiranas diademas.
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