Em Porto Alegre, onde o tempo se entrelaça,
As chuvas caem, implacáveis, sem trégua, 1941 viu as águas subirem, sem graça,
E o Brasil, então, era um cenário de réguas.
As ruas inundadas, casas em aflição,
Os rios transbordando, a cidade em lamento,
Mas o meio ambiente? Não era questão,
Poucos carros, pouca pressão, pouco movimento.
E agora, em 2024, o cenário se repete,
As águas revoltas, a enchente avassaladora,
Mas o contexto mudou, a realidade é outra,
O meio ambiente clama, e a resposta é premente.
Nesse governo de 2024, o castigo é severo,
As chuvas não perdoam, e o povo sofre,
As ruas se transformam em rios, o desespero é sincero,
E o meio ambiente, agora, é uma voz que nos comove.
Onde antes havia campos, agora há concreto,
As árvores tombaram, os rios sufocados,
E o Brasil, agrário não mais, enfrenta o dilema completo,
Entre preservar ou destruir, entre passado e futuro entrelaçados.
Nesse Governo de 2024, o alerta é claro,
Não podemos ignorar os sinais da natureza,
Cuidar do meio ambiente é um dever raro,
Para que as enchentes não sejam nossa tristeza.
Que possamos aprender com a história,
E, em 2024, fazer escolhas mais sábias,
Para que o castigo não seja nossa memória,
E o meio ambiente encontre dias mais suaves. 🌧️🌿
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