segunda-feira, 6 de maio de 2024

Nesse Governo de 2024, todo castigo para… e pouco

 Em Porto Alegre, onde o tempo se entrelaça, 

As chuvas caem, implacáveis, sem trégua, 1941 viu as águas subirem, sem graça, 

E o Brasil, então, era um cenário de réguas.

As ruas inundadas, casas em aflição, 

Os rios transbordando, a cidade em lamento, 

Mas o meio ambiente? Não era questão, 

Poucos carros, pouca pressão, pouco movimento.

E agora, em 2024, o cenário se repete, 

As águas revoltas, a enchente avassaladora, 

Mas o contexto mudou, a realidade é outra, 

O meio ambiente clama, e a resposta é premente.

Nesse governo de 2024, o castigo é severo, 

As chuvas não perdoam, e o povo sofre, 

As ruas se transformam em rios, o desespero é sincero, 

E o meio ambiente, agora, é uma voz que nos comove.

Onde antes havia campos, agora há concreto, 

As árvores tombaram, os rios sufocados, 

E o Brasil, agrário não mais, enfrenta o dilema completo, 

Entre preservar ou destruir, entre passado e futuro entrelaçados.

Nesse Governo de 2024, o alerta é claro, 

Não podemos ignorar os sinais da natureza, 

Cuidar do meio ambiente é um dever raro, 

Para que as enchentes não sejam nossa tristeza.

Que possamos aprender com a história, 

E, em 2024, fazer escolhas mais sábias, 

Para que o castigo não seja nossa memória, 

E o meio ambiente encontre dias mais suaves. 🌧️🌿

Nenhum comentário:

Postar um comentário

A dor de um amor não reciproco

Amei com toda a força do meu ser, Entreguei meu mundo, meu querer. Mas em teus olhos, só havia crítica, Cada gesto meu, era malícia. ...