Nas favelas, no senado,
A sujeira se espalha, sem ter lado,
Constituição, papel esquecido,
Respeito? Um sonho, um grito perdido.
Mas há quem veja, além da escuridão,
Um futuro brilha, em meio à desilusão,
Num país onde a fé é resistência,
E a esperança resiste, com paciência.
Por entre becos e corredores de poder,
Ainda há quem sonhe e queira vencer,
Pois o coração do povo é forte,
E o futuro da nação, será sua sorte.
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