Em mundo vil, meu ser se abate,
Esperança em vão, qual mariposa à noite,
Buscando a verdade, um raio que nunca aporta.
Como crer no amigo, outrora tão doce,
Se agora se esconde, fera em emboscada,
Pronto a atacar com garras afiadas?
Alma em tormento, em mar revolto,
Lutando contra a escuridão que me consome,
Anseio por luz, por um porto seguro,
Onde a paz reine e o amor me assuma.
Mas a realidade me confronta,
Com a dura verdade, amarga e pungente,
Que a bondade nem sempre é constante,
E a traição se esconde em faces sorridentes.
Oh, coração aflito, dilacerado,
Em busca de um refúgio, um bálsamo divino,
Para acalmar a dor, o sofrimento insano,
E encontrar a redenção, um novo destino.
Ainda há esperança, um fio tênue de luz,
Que teima em persistir na escuridão da noite,
Guiando meus passos, buscando a verdade e a virtude,
Para que a paz finalmente me acolite.
Em meio à tempestade, a fé me fortalece,
E a crença em dias melhores me impulsiona,
Pois sei que a justiça há de prevalecer,
E a bondade triunfará, a alma acalma.
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