No romper da aurora, a mente em sossego,
Mergulhei em reflexões, num turbilhão de ideias.
Viajei por eras, desvendando o enigma humano,
Em busca da verdade, entre luzes e sombras.
A natureza humana, um enigma a ser desvendado,
Movida por desejos, num constante embate.
Poder e riqueza, a dupla face da ambição,
Transformando irmãos em rivais implacáveis.
Na selva de concreto, a fera desperta,
Racional e inteligência, corrompidos pela ganância.
Amor e compaixão, relegados ao esquecimento,
Em nome de um trono efêmero, erguido em areia movediça.
Luta fratricida, um corte profundo na alma,
Deixando cicatrizes que sangram em silêncio.
A ganância cega os olhos, obscurece a razão,
Transformando o homem em lobo para o próprio homem.
Mas no meio da escuridão, um lampejo de esperança,
A chama da bondade, ainda arde em alguns corações.
A luta pelo bem, um desafio constante,
Para erguer um mundo onde a compaixão reine suprema.
Que a luz da razão dissipe as trevas da ganância,
E que o amor fraternal floresça em cada lar.
Que a natureza humana se eleve em sua essência,
Construindo um futuro onde a paz e a justiça possam prevalecer.